Ouvia à pouco sobre a vida ser composta de dias bons e ruins. É verdade, assim é a vida: Alegre e triste, fácil e difícil, atraente e assustadora, plena e incompleta, mas quem em sã consciência quer deixar de vivê-la mesmo assim? Ainda que algumas vezes, em busca de esconderijo.
É interessante a forma que a gente pensa que tudo que é bom deve ser uma regra. Nem sempre um excelente predicado, conquistado com sábio aprendizado, é salutar e deve ser constantemente aplicado. Para tudo há uma medida, um ponto mediano.
Saí da cama e voltei para sala, no intuito de fazer companhia à minha insônia e cheguei à conclusão de que ela tem sido minha amiga por conta dos meus predicados.
Daí, a gente para e pensa: Como? À partir do momento em que eles roubam boa parte das energias que deveriam ser canalizadas para si.
É, energia mal direcionada ou disseminada de forma indiscriminada, pode levar qualquer um a momentos de extrema falta de plenitude.
Isso, o famoso buraco, o tal do vazio e a insatisfação.
Então, o que é importante entender? Que você é mais importante do que qualquer outra coisa e que todas as outras coisas só tem sentido se você estiver lá para elas. Se te neutralizam e roubam algo, é porque precisam deixar de ser primárias e postas como secundárias. Nada, exatamente nada, deve impedi-lo de ser inteiro, principalmente você!
Nenhum comentário:
Postar um comentário