Quando a presteza de meu olhar te encontrar
E meu ermo "escuro" poder novamente brilhar
Eu novamente voltarei a sorrir, a viver...
Quando o suplício me abandonar
E minha dor findar
Eu novamente voltarei a querer, a ansiar...
Quando meu coração mais uma vez cintilar
E minha alma poder se libertar
Eu novamente voltarei a amar...
O mundo ecoa gritos de dor, está em destruição!
Na sua boca a singeleza do beijar
O poeta escreve o flagelo, o indefinido
Nos seus dedos o intangível do tocar
Onde está Deus? Porque simplesmente não parar
No seu coração a mais bela forma de amar...
Você conhece a verdadeira dor?
Não? Então sinto-lhe dizer que nunca amou
Você já chorou lágrimas de saudades?
Não? Então sinto-lhe dizer que um dia irá chorar
Você já desejou tanto alguém que sua vida não mais importava?
Não? Pois eu sim...
E meu ermo "escuro" poder novamente brilhar
Eu novamente voltarei a sorrir, a viver...
Quando o suplício me abandonar
E minha dor findar
Eu novamente voltarei a querer, a ansiar...
Quando meu coração mais uma vez cintilar
E minha alma poder se libertar
Eu novamente voltarei a amar...
O mundo ecoa gritos de dor, está em destruição!
Na sua boca a singeleza do beijar
O poeta escreve o flagelo, o indefinido
Nos seus dedos o intangível do tocar
Onde está Deus? Porque simplesmente não parar
No seu coração a mais bela forma de amar...
Você conhece a verdadeira dor?
Não? Então sinto-lhe dizer que nunca amou
Você já chorou lágrimas de saudades?
Não? Então sinto-lhe dizer que um dia irá chorar
Você já desejou tanto alguém que sua vida não mais importava?
Não? Pois eu sim...

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