Toda vez, que a alma converter-se em gestos,
Que, naturalmente ao corpo se encaixam,
Como que o silêncio na hora dos grandes afetos,
Como a paixão em picos de pecado!
Traduzes o mor amor, quando te desnudas,
Por folhas e lábios em extrema junção,
Atingindo o ápice das mais belas condutas,
Tocas em mim, teu rubor de emoção...
Nada suplanta o que os olhos confessam,
Mesmo na pálida atitude da isenção,
Quando em una sombra, dois corpos se calam...
Nada mais é sutil, quando as palavras falham,
Apenas a linguagem dos gestos, traduz o coração,
E a da alma, aos nossos olhos professam!
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